Já
imaginou que seu filho pode ter estudado geografia e história do Brasil em um
livro impresso na China? Pois é, isso ocorreu em 2011.
Cresceram
as importações de livros didáticos em 2011. Não se assustem, pois os alunos brasileiros
do ensino fundamental e médio estão estudando em livros impressos na China,
Índia, Coréia, Colômbia e Chile.
Quem
imaginava que livros importados eram somente para literatura e ensino superior
se enganou.
Em
2011, editoras que fornecem material para o Programa Nacional do Livro Didático
(PNLD), do governo federal, ampliaram em quase 70% as encomendas no exterior. Os
motivos deste crescimento de livros importados são o câmbio e o custo Brasil.
O
governo responde por 24,4% das compras de livros no País, que somam cerca de R$
4,5 bilhões. No ano passado, o governo fez uma compra recorde de 170 milhões de
livros didáticos para o ano letivo de 2012.
Conclusão:
a desindustrialização avança também no mercado gráfico. O governo deveria observar
melhor este segmento e adotar brevemente medidas econômicas corretivas. Educação
é importante e o governo deveria pensar em reduzir os impostos deste segmento gráfico
para compensar a apreciação do câmbio. Mas não deve ficar só nesta medida.
O título correto é: "Editoras brasileiras imprimem livros didáticos no exterior." Do jeito que está parece que o governo brasileiro compra livro no exterior, o que não é verdade.
ResponderExcluirtauvez por iço tá difissil encina e iscrever direito
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