Além
da redução da taxa de juros promovida pelo COPOM, o governo lançará em breve nova
política industrial e uma das medidas será: ampliar a desoneração da folha de
salários das empresas para mais setores da indústria como os fabricantes de
máquinas e equipamentos (bens de capital), autopeças, pneus e textil. A medida
pretende ajudar a indústria e impulsionar a economia.
Esses
setores deixarão de recolher a contribuição patronal dos empregados para o
INSS, o que aliviará o custo das empresas. Em troca, vão pagar um imposto sobre
o faturamento. Segundo uma fonte do governo, as alíquotas desse tributo serão
negociadas por setor e calibradas para dar desoneração efetiva à indústria
nacional.
O
governo já começou as simulações. As alíquotas em estudo variam de 1% a 1,5% sobre
o faturamento das empresas.
O
Ministério da Fazenda quer diminuir de fato a tributação, pois acredita que a
medida tem pouco efeito. A avaliação é de que a fórmula adotada simplifica o
pagamento, mas não ajuda na competitividade dos produtos brasileiros.
Também
está em estudo a possibilidade de prorrogar a redução do Imposto sobre Produtos
Industrializados (IPI) para produtos da linha branca, como geladeiras e fogões.
O benefício acaba no fim deste mês
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